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Falsa filiação de Flávio expõe vulnerabilidade no sistema da Justiça Eleitoral

Quem fez isso não é “zé mané”, conhece a legislação ou foi orientado por especialista

Temendo a retomada da desconfiança nacional relativa à insegurança das urnas eletrônicas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se apressou em negar que seu sistema tivesse sido hackeado para o cometimento dos crimes envolvendo a falsa “filiação” de Flavio Bolsonaro ao Missão, com o objetivo de inviabilizar o registro de sua candidatura. Quem fez isso não é “zé mané”, conhece a legislação ou foi orientado por especialista, porque a filiação a novo partido cancela de imediato a filiação anterior.

Criminoso sabia

    Ao contrário do que muitos pensam, para se desfiliar a um partido não precisa de qualquer comunicação formal. Basta se filiar a outro.

    Há juízes em Brasília

      O crime seria perfeito se o presidente do TSE fosse outro, mas o ministro Nunes Marques restabeleceu a filiação ao PL quando percebeu a jogada.

      Termina aos 45

        O crime daria certo se fosse descoberto fora do prazo. Seria tão inútil reclamar quanto se queixar após o fim do jogo do pênalti não marcado.

        A quem interessava?

          Políticos de quase todos os partidos se manifestaram sobre a criminosa falsa filiação de Flávio, mas o silêncio do governo provocou suspeitas…

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