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CMM prevê gastar mais de R$ 300 mil com dedetização para proteger vereadores de pragas

Contrato inclui combate a ratos, cupins, escorpiões e pombos em mais de 17 mil m² do Legislativo.

A Câmara Municipal de Manaus homologou um contrato de R$ 303 mil para serviços contínuos de dedetização e controle de pragas durante 12 meses, o equivalente a aproximadamente R$ 25,2 mil por mês pagos com recursos públicos para manutenção das instalações do Legislativo municipal.

O serviço será executado pela empresa ECONTROL Controle de Pragas Ltda., vencedora do Pregão Eletrônico nº 001/2026, e inclui ações de desinsetização, desratização e controle de cupins, escorpiões e pombos, além do tratamento de áreas consideradas críticas, como caixas de gordura, rede de esgoto, lixeiras e subestação de energia elétrica.

Segundo o Diário Oficial, o contrato contempla uma área superior a 17 mil metros quadrados, considerando o prédio principal da Câmara, anexo e áreas externas. A estrutura soma cerca de 9,3 mil m² internos e 8,3 mil m² externos.

Embora serviços de controle de pragas façam parte da manutenção regular de prédios públicos, o valor chama atenção pelo custo anual e pela dimensão do contrato. O ato publicado não informa quantas aplicações serão realizadas ao longo do ano, a periodicidade do serviço nem os critérios usados para composição do preço vencedor.

A homologação foi assinada pelo presidente da Câmara Municipal, David Reis (Avante), em 25 de maio de 2026, encerrando o processo licitatório aberto para contratação da empresa especializada.

Na prática, o contrato significa que o Legislativo municipal reservará mais de R$ 300 mil anuais para manutenção preventiva contra pragas, em um cenário onde gastos administrativos de órgãos públicos frequentemente entram no debate sobre prioridades do orçamento.

O contrato também reacende uma discussão recorrente em despesas públicas: quanto custa manter a estrutura funcionando e até onde o valor pago acompanha efetivamente a complexidade do serviço contratado? O Diário Oficial não detalha comparativos com contratos anteriores nem informa se houve redução ou aumento de custos em relação aos últimos anos.

Com informações de AM1

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