Em carta assinada por Valter Correia, secretário extraordinário para a COP30 sob o guarda-chuva da Casa Civil, e enviada a Simon Stiel, secretário-executivo da ONU sobre Mudanças Climáticas, o governo brasileiro prometeu oferecer quartos de até US$ 200 para delegações de 98 países menos desenvolvidos que participarão do evento em novembro.
Mas a realidade é outra. A tal promessa soa como mais uma lorota oficial: os valores reais das hospedagens beiram o absurdo, chegando a US$ 600 por noite até para os países mais ricos. O resultado? Delegações espantadas e constrangimento internacional.
Enquanto o governo vendia a imagem de acessibilidade, a conta ficou cara e o vexame, ainda maior